6 de maio de 2021

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Guedes defende venda de estatais para aumentar auxílio emergencial

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Durante audiência pública promovida, na quinta-feira (25), pela Comissão Temporária da Covid-19, o ministro da Economia, Paulo Guedes, voltou a defender a venda de estatais.

Após ser questionado por senadores quanto ao valor do auxílio emergencial, ele afirmou que a venda de estatais é um caminho para se obter recursos e aumentar o valor do benefício.

“Se aumentar sem fontes, traz de novo a hiperinflação de dois dígitos, com juros altos, e o resultado final é desemprego em massa, e o imposto mais cruel para o pobre, que é a inflação”, explicou.

Em seguida, Guedes ressaltou que o atual governo descobriu que a forma mais fácil de aquecer a economia é dar dinheiro direto aos pobres.

“No entanto, os governos anteriores preferiram manter R$ 1 trilhão em ativos imobiliários e em estatais. O Estado aparelhou a máquina para as corporações, sindicatos e grupos políticos que se elegem, em vez de dar dinheiro direto para o pobre.

Agora temos que ir buscar esse dinheiro. Estatais dependentes estão dando prejuízo há décadas, em vez de aumentar o Bolsa Família”, revelou.

Sobre a incerteza da retomada da economia, o ministro foi enfático:

“O Congresso aprovou fatores decisivos para a redução da incerteza. Vocês aprovaram a autonomia do Banco Central, para combater a inflação.

Aprovaram o novo marco fiscal. Temos compromisso com a saúde, mas nós pagamos nossas guerras, não vamos empurrar para filhos e netos, por isso endividamento subiu tanto”, justificou.

E completou:

“O marco do saneamento e a lei do gás são medidas que trarão bilhões em investimento nos próximos anos, podem derrubar custos”, completou.

O ministro também reiterou várias vezes que é preciso acelerar o programa de vacinação e manter o distanciamento para frear a contaminação.

Em seguida, Guedes ressaltou que o atual governo descobriu que a forma mais fácil de aquecer a economia é dar dinheiro direto aos pobres.

“No entanto, os governos anteriores preferiram manter R$ 1 trilhão em ativos imobiliários e em estatais.

O Estado aparelhou a máquina para as corporações, sindicatos e grupos políticos que se elegem, em vez de dar dinheiro direto para o pobre.

Agora temos que ir buscar esse dinheiro. Estatais dependentes estão dando prejuízo há décadas, em vez de aumentar o Bolsa Família”, revelou.

Sobre a incerteza da retomada da economia, o ministro foi enfático:

“O Congresso aprovou fatores decisivos para a redução da incerteza. Vocês aprovaram a autonomia do Banco Central, para combater a inflação.

Aprovaram o novo marco fiscal. Temos compromisso com a saúde, mas nós pagamos nossas guerras, não vamos empurrar para filhos e netos, por isso endividamento subiu tanto”, justificou.

E completou:

“O marco do saneamento e a lei do gás são medidas que trarão bilhões em investimento nos próximos anos, podem derrubar custos”, completou.

O ministro também reiterou várias vezes que é preciso acelerar o programa de vacinação e manter o distanciamento para frear a contaminação.

Em seguida, Guedes ressaltou que o atual governo descobriu que a forma mais fácil de aquecer a economia é dar dinheiro direto aos pobres.

“No entanto, os governos anteriores preferiram manter R$ 1 trilhão em ativos imobiliários e em estatais.

O Estado aparelhou a máquina para as corporações, sindicatos e grupos políticos que se elegem, em vez de dar dinheiro direto para o pobre.

Agora temos que ir buscar esse dinheiro. Estatais dependentes estão dando prejuízo há décadas, em vez de aumentar o Bolsa Família”, revelou.

Sobre a incerteza da retomada da economia, o ministro foi enfático:“O Congresso aprovou fatores decisivos para a redução da incerteza.

Vocês aprovaram a autonomia do Banco Central, para combater a inflação. Aprovaram o novo marco fiscal.

Temos compromisso com a saúde, mas nós pagamos nossas guerras, não vamos empurrar para filhos e netos, por isso endividamento subiu tanto”, justificou.E completou:

“O marco do saneamento e a lei do gás são medidas que trarão bilhões em investimento nos próximos anos, podem derrubar custos”, completou.

O ministro também reiterou várias vezes que é preciso acelerar o programa de vacinação e manter o distanciamento para frear a contaminação.

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