11 de maio de 2021

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Bolsonaro anuncia comitê para combater a Covid-19 e defende vacinação em massa

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Declaração acontece após reunião sobre ações de enfretamento à pandemia; além do presidente, membros do Congresso Nacional e governadores farão parte do grupo de trabalhos

União entre Poderes e coordenação nacional são os principais pontos defendidos por lideranças políticas após reunião desta quarta-feira, 24, com o presidente da República, Jair Bolsonaro, para debate sobre o enfrentamento à pandemia da Covid-19.

Acompanhado dos presidentes da Câmara e do Senado, do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e de demais autoridades, Bolsonaro falou sobre as decisões da reunião, como a criação de um comitê de combate à crise sanitária. “Mais do que harmonia, imperou a solidariedade e a intenção de minimizar os efeitos da pandemia. A vida em primeiro lugar.

Resolvemos, entre outras coisas, de que será criado coordenação junto com os governadores, presidente do Senado Federal, da nossa parte um comitê que se reunirá com autoridades para decidirmos ou redirecionamos o rumo do combate ao coronavírus”, disse o mandatário, que usava máscara durante o comunicado.

Segundo o presidente, foi unânime a decisão entre as autoridades da importância da vacinação em massa, considerada a principal aliada para conter os avanços da pandemia.

Além disso, Bolsonaro também citou, novamente, diretrizes sobre a possibilidade de um tratamento precoce contra a Covid-19, que, segundo ele, ficará a cargo do ministério da Saúde.

“É uma doença ainda desconhecida, nova cepa ou novo vírus apareceu e nós nos preocupamos em dar atendimento adequado para essas pessoas. Não temos o remédio, mas a nossa união, o osso esforço entre os três Poderes ao nos direcionarmos para aquilo que interessa, sem que haja qualquer conflito, sem que haja politização, creio seja o caminho para o Brasil sair dessa situação complicada que se encontra”, disse. 

Após a fala de Bolsonaro, Marcelo Queiroga também comentou sobre a harmonia entre os Poderes e defendeu o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS), com uma articulação entre a União, Estados e municípios, para maior agilidade da vacinação. “O sistema de saúde do Brasil dará as respostas que a população brasileira quer, sobretudo depois de uma reunião como essa.”

Além de Queiroga, os presidentes da Câmara e do Senado também falaram sobre os reflexos do encontro. Segundo Rodrigo Pacheco, as ações do novo comitê serão lideradas por “quem a sociedade espera que lidere”, citando o presidente Jair Bolsonaro e afirmando que há a compreensão do chefe do Executivo que “medidas precisam ser urgentemente tomadas” no país.

“Hoje é um exemplo de civilidade, boa relação, harmonia entre Poderes, em um momento que a sociedade exige isso de nós”, afirmou. O deputado Arthur Lira falou sobre a importância de tratar do “problema nacional” com uma linguagem única.

“Para que possamos ter rumos coordenados pelo presidente, chefe do Estado Brasileiro, e termos um únicos discurso e orientação nacional conduzido pelo Ministério da Saúde.

” Embora não possa participar do comitê nacional, representando o Judiciário, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Fux, reforçou que o papel da Corte para evitar possíveis atrasos e judicializações de temas relacionados à pandemia. “Nessa reunião, ficou um binômio importante: exemplo e esperança.”

Representando os governadores, Ronaldo Caiado citou a objetivo de “salvar vidas” como ponto de concórdia entre os participantes da reunião desta quarta-feira, que incluiu também membros de órgãos como o Tribunal de Contas de União e a Procuradoria-Geral da República (PGR). O governador de Goiás também defendeu possíveis ações diplomáticas para maior aquisição de vacinas.

“Buscando parceria dos países que tem hoje uma cota maior do que necessária de vacinas, que haja o compartilhamento conosco.

Buscamos sensibilizar os laboratórios que hoje tem a tecnologia da vacina que entendam a necessidade de ser compartilhada para que outros laboratórios também possam produzir, já que temos uma demanda de 8 bilhões de pessoas no planeta. E, com isso, é hora de mostrarmos solidariedade que todos nós temos hoje a responsabilidade de salvar vidas.”

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